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domingo, 19 de março de 2017

Convívio Anual do Batalhão de Artilharia 741


Realizou-se ontem, em Fátima, sob o acertado ritmo da "batuta" do antigo alferes-miliciano Joaquim Silva Pereira - como de resto vem acontecendo há vários anos - o 31º almoço-convívio dos militares do Batalhão de Artilharia 741, neste ano em que se completaram os 50 anos do regresso do Batalhão a Portugal, depois de cumpridos 26 meses de comissão de serviço em Angola. 

Sem termos deixado de recordar os camaradas que a foice da Parca foi roubando do nosso convívio ao longo dos anos, celebrámos também a vida, num animado convívio, renovando os laços de camaradagem e a amizade iniciados nesses já longínquos anos da década de 1960.

Deste animado e bem disposto encontro, deixo aqui algumas fotografias. Entretanto, espero publicar mais algumas  nos próximos dias.

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sábado, 19 de março de 2016

Convívio Anual do Batalhão de Artilharia 741 (últimas fotos)

Com publicação das restantes fotos do encontro no "Sol da Muna", dou por terminada a "reportagem" do nosso almoço.

As imagens podiam ter sido melhores, podiam ter sido piores, mas foi isto o que a máquina deu.

Se houver vida e a saúde não falhar, para o ano lá estaremos - onde quer que que se realize o 31º encontro, embora um passarinho me segrede que será em Fátima - espero que em maior número. 

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quarta-feira, 16 de março de 2016

Convívio Anual do Batalhão de Artilharia 741 (II)


Estas fotos mostram uma curiosidade, em consequência de um erro. Presumo que as datas que se vêem no bolo pretendiam assinalar o ano em que embarcámos para Angola, bem como o do nosso regresso. Se assim era, o do embarque está errado, visto que partimos de Lisboa em 1965, e não em 1966.

Não é grave, mas deu-me jeito para iniciar este texto, necessariamente curto, já que aqui o que importa são as imagens.

Algumas destas fotos referem-se aos momentos em que, antes antes de o bolo ser partido e distribuído pelos convivas, acompanhado por espumante, intervieram o antigo alferes-miliciano Joaquim Silva Pereira, infatigável organizador da maior parte dos nossos encontros, que embora manifestando algum cansaço, se comprometeu a organizar o próximo encontro, em que se comemorarão os 50 anos do nosso regresso. Depois logo se verá, informou. Fiquei tranquilo, porque, conhecendo-o, não duvido que continuaremos a ter o nosso encontro anual.

A intervenção de fundo coube, como vem sendo habitual, ao Tenente-coronel Rubi Marques, que mais uma vez nos  brindou com uma autêntica lição da História Pátria e de Cidadania.

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domingo, 13 de março de 2016

Convívio anual do Batalhão de Artilharia 741


Em 2015, e a meu pesar, motivos de força maior impediram-me de marcar presença no convívio do Batalhão, que teve lugar na Martingança.  

Mas este  ano não falhei o encontro anual, que se realizou ontem, no Restaurante "Sol da Muna", próximo de Viseu.

Apesar de não se ter verificado uma elevada adesão - seja pelos achaques que naturalmente vão surgindo à medida que a nossa "juventude" vai dando parte de fraca, seja por outros motivos que só a cada um dos ausentes dizem respeito - tivemos a agradável companhia de 158 convivas, entre camaradas e um número significativo de familiares que fazem sempre questão de partilhar a nossa alegria pelo reencontro, e que não deixaram de contribuir para que a animação só terminasse bem tarde, já o luar tinha substituído o dia soalheiro.

Tive oportunidade de fazer alguns "bonecos", publico hoje. Espero colocar aqui os restantes durante os próximos dias. 


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sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

50 Anos


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Na hora do adeus 

Passaram 50 anos desde aquele já longínquo dia 9 de Janeiro de 1965, em que embarcámos no "Vera Cruz", com destino a Luanda.

Nestas ocasiões é habitual usarmos um lugar comum, dizendo que o tempo voou.  Na realidade não voou - pelo menos entre 1965 e 1967, período em que os dias pareciam ter 96 horas - mas tornou-nos mais velhos muito mais depressa do que gostaríamos.


 Gabela - Militares  da CArt 738

Não a todos. Infelizmente muitos dos camaradas que nos acompanharam na viagem iniciada nesse soalheiro dia de Janeiro, deixaram-nos demasiado cedo. 

Talvez seja sempre cedo para morrer, mas, nesta data, e sem esquecer todos os que a traiçoeira Parca já roubou ao nosso convívio ao longo do tempo, quero prestar uma homenagem muito especial aos melhores de nós. Refiro-me aos companheiros da CArt 739 que partiram connosco de Lisboa, mas que já não nos puderam acompanhar na viagem de regresso. Nunca os esqueceremos.